sexta-feira, 21 de maio de 2010

As coisas não existem, a ideia sim.

Parque sem diversão.


Sou um parque de diversões
sem ninguém
sem exibir
Fiz alguém
sorrir

Mas agora
estou sem fila,
sem grito
sem adrenalina
e acabaram minhas atrações.

Sonho

Gosto de sonhar um sonho
que está você e eu
 estamos amarrados e só
por fios e por encarnações
Vejo meu all star
amarrado no seu
pelo elo, que é um nó
E não há mais ações.

Esquisita
Você é estranha
até de mais
só que é minha.
Não tem tribo
Não odeia ninguém
Não pertence a estilo
só que me ama
Você não sabe o que quer
Nem o que deseja
Mas sabe o que não querer
Você não sabe quem é
só que me almeja
Você é estranha
mas é minha.

Besteiras
Falo demais sobre mim
e quando vejo
falo verdades.

Algo errado
No meu colo Drummond
Na minha mente Vinicius
Nos meus sonhos Shakespeare
E nas minhas palavras Palavrão
Desculpa Mãe.

Para quem?(es)
Eu escrevo para os humildes
para homens e mulheres,
para os meus amores
E para os amantes
sem  a esperança deles.

Cuidado
Você toma café
sem saber
quem está sentado
ao lado
Você dorme com alguém
sem saber quem é
Você completa o dever
sem saber para quem
Só cuidado
para não morrer
sem saber que está morrendo.


(Amar)go.
Você acorda amargo
esquecendo de amar
esquecendo de me ver
apenas me enxerga
Mas a Hilda disse
que só não existe amargura
onde não existe ser
E , só por isso,
sou sua [(amar) cura.]


FIM
Essa sessão está no fim
Porque as minhas coisas
são calúnias
e minhas ideías
são infinitas.

6 dizeres:

Marcel Hartmann disse...

Nem sei mais o que falar aqui. Tu é demais. A gente poderia ser uma escola literária que seria a prosa-poesia na pós-modernidade, com as influências da globalização. Com all-star e montanhasrrussas. E eu inventando algo de hoje também.

Raphael Trew disse...

Palavras são atrações para quem as busca, e aqui transborda palavras.

Rods disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Rods disse...

Eu quero ser estudado. Mas quero ser aquele cara já morto, que nem aparece nas apostilas ou vestibulares, mas sempre tá lá, no cantinho do quadro dos professores de literatura competentes e apaixonados pelo que fazem. Não serei Trevisan nem Leminski. Serei Rodolfo Licks. Vamo nóis.

priscilla disse...

Hoy! tenhoo oooutro selinho pra você no meu blog :)

Sara Roosevelt disse...

Algo errado
No meu colo Drummond
Na minha mente Vinicius
Nos meus sonhos Shakespeare
E nas minhas palavras Palavrão
Desculpa Mãe.

FIM
Essa sessão está no fim
Porque as minhas coisas
são calúnias
e minhas ideías
são infinitas.


HAAAAAAAAA!
Superadorei seus escritos!
*--*

bj .