Parabéns.]
Eu não quero um. quero a estendida eternidade que não se conta.
Escrever não é como andar de bicicleta nem fazer sexo e nem esses verbos que não se desaprende. Enferruja, perde-se a mão. Crise.
Acho até que eu nunca aprendi.
Li, reli, cortei, acrescentei.
Vivo, tudo em mim.
Sem face nem nome, perceber tudo a minha volta.
Não sei escrever, mas gosto.
Como se eu quisesse cozinhar e nunca acertasse na quantidade de sal.
Você está sempre em tudo.
Em tudo que eu fizer, em todos os textos que eu escrevo, em todos os roteiros, em todos os meus sorrisos e lágrimas.
Em tudo que sai, que entra,fica na minha vida.
( leia esse post, ouvindo essa música )
Eu quero falar sobre o mundo e como ele me ajuda a crescer.
Todos, seja qual for a vida que temos, vivemos felicidades e tristezas a cada instante.Porque somos e não somos, queremos isso e não-isso. Ao mesmo tempo. Atrair e repelir, amar e odiar, viver e morrer compreende? Não comparo a vida a desses escritores, lógico. Mas quero ter direito a ter conhecido também a felicidade. E quero te contar quando e como.
Família, amigos, amor, cerveja, imagem, faculdade, colégio, casa da vó, macarrão laranja, irmãos(todos eles), filmes, música, Los Hermanos, mãe, tias, pai, guarujá, chocolate, vodka, primos, mello, mel, meu, samambaia um, beijo, sorrisos, sexo, olhares, trabalho, você, futebol, escrever, poção, feijão, cantar e o Mundo, e quase todo mundo.
Não se enquadra a felicidade, ela é um plano-sequência.