quarta-feira, 1 de junho de 2011

Admito e me Demito

Escrever não é como andar de bicicleta nem fazer sexo e nem esses verbos que não se desaprende. Enferruja, perde-se a mão. Crise.
Acho até que eu nunca aprendi.
Li, reli, cortei, acrescentei.
Vivo, tudo em mim.
Sem face nem nome, perceber tudo a minha volta.
Não sei escrever, mas gosto.
Como se eu quisesse cozinhar e nunca acertasse na quantidade de sal.

3 dizeres:

Rodolfo Licks disse...

Às vezes eu fico com aquela sensação estranha que vem depois de querer que algumas coisas que você escreveu tivessem sido escritas por minhas mãos.

Edi Souza disse...

Olá, tudo bem? Não te conheço mas esse mundo online ás vezes nos proporciona conhecer pessoas tão especias que seria difícil passar por aqui e não deixar um comentário. Adorei seus escritos e acho que leva muito jeito para isso. Siga em frente com suas consequências dos desequilíbrios!!! Há, antes que me esqueça...adorei seu óculos! Abraços!!!

Stephany Soares disse...

gostei de seus textos, de sua sensibilidade, de tudo por aqui.