segunda-feira, 12 de novembro de 2018

2018 é o pior ano da minha vida,
mas o ano que eu mais to crescendo
e entendendo coisas sobre mim.

Existe muita coisa que eu não queria ter feito.
Mas chega de querer, Ana.

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

2018/outubro/eleição

Hoje talvez seja a última sexta-feira democrática aqui no Brasil. 
E eu quero escrever esse texto pra caso eu suma ou coisa parecida. 
Sei lá vai saber. 
Se o bostanaro ganhar eu vou lutar, então talvez isso aqui vire uma memória póstuma. E o que eu quero fazer é só agradecer. 
Agradecer tudo que eu vivi, os grandes amores, a vida, o bem, obrigada. 
Cada sentimento, cada gozo, cada olhar de amor que eu já dei para as coisas e as pessoas que eu amei. 
Vocês são parte do meu todo.

E o mundo é onde eu atravesso meu olhar de carinho e amadureço enquanto me apaixono. 

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Eu vou passar
Cê vai passar também
Vamo passar porque passando
Vai passar, meu bem

sábado, 6 de outubro de 2018

espuma do mar
no lugar do peito: horizontei

estou, sofro porque ainda te amo.

passo, o tempo passado do quadrado do quarto.

Você dói demais aqui dentro.

escrevo, no lugar do horizonte: te peitei.

e você dizia : você precisa se peitar mais, Pacheco.

a gente se verticalizou e as vezes é escuro aqui na parte de baixo.

Mas você não sabe, porque o bairro São Pedro é alto

e eu moro e morro no pé da Serra da Cantareira.

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Valter Hugo mãe

Ser o que se pode é a felicidade. 
Não adianta sonhar com o que é feito apenas de fantasia e querer aspirar o impossível.

 A felicidade é a aceitação do que se pode ser. 

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Oi, tá feliz?
O que tem feito por aí?
Quem tem te feito sorrir?
Tem visto o sol?
Já sonhou ontem?
lembra do que é meu?
Fica comigo hoje?

A gente nem deu chance pra tudo
isso sair do chão,
sair do papel,
sair da gente
deixar de ser uma
canção

domingo, 16 de setembro de 2018

10 anos desse blog e o que eu quero creditar.

Créditos dos 10 anos de blog.

Fernanda Young: eu gostava tanto de você, mas por que você anda falando tanta merda? Minha inspiração para o começo disso tudo.
Bruna Guenaga: meu primeiro amor e tudo que vem junto com esse giro de terra pessoal que é amar, namorar, viver, terminar, sofrer, reerguer e guardar com carinho. Ou não tanto assim.
Toda menina que beijou meu sentimento: queria citar seus nomes, mas não sei se vocês me permitiriam, foi esse meio termo enquanto eu aprendia quem eu era e me doava não inteira, porque eu não estava inteira.
Jana Condé: a cor nova que meu coração enxergou no céu, a delícia e a dor da reciprocidade que parou de existir, deixando meu peito mais cheio ainda de vida. Porque seja-lá-o-que-a-gente-sente é vida.
Os meses do ano: todos os textos com nome de mês onde eu meu coração falava mais alto que minha voz.
Sol: onde eu encontro todos os dias paz, o que eu sei que vai nascer mesmo nas noites que eu não durmo.
Mikas: Outra inspiração, de texto, de bio, de ser e falar o que sente. De analisar cada centímetro do nosso caminho.
Domingos: é nesses dias que parece que meu corpo vomita palavras e eu as eternizo nesses espaço, nesse canto externo de mim.
Música: é com elas no ouvido que eu me ouço melhor.
Dor: essa incrível necessidade de te espremer feito espinhas de dentro do meu corpo.
Amor: a parte mais bonita de mim.
Amigos: o respiro que eu preciso, o "tomar fôlego" antes de subir e descer ladeiras.
Mar: sua cadência no enter do meu teclado de ondas.
( ): o espaço em branco, os dias que eu não escrevi, o que eu não disse, o que eu ainda não consegui dizer porque não entendi.

*apego: será que é por isso que eu escrevo tanto?